quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Denunciar perseguição à informação deve ser obrigação

Robert Rios vai denunciar juiz ao CNJ


O deputado Robert Rios (PDT) disse hoje (30) que vai pedir uma audiência ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para denunciar o juiz da Comarca de Piracuruca que determinou liminarmente a apreensão dos equipamentos da Rádio 7 Cidades, naquele município, e mandou lacrar o prédio onde a emissora funcionava. Ele também vai denunciar ao corregedor geral de Justiça, desembargador Sebastião Martins, a dona do cartório local que teria forjado documentos transferindo o terreno da rádio para um neto seu.
“É a maior barbárie que eu já, uma arbitrariedade sem tamanho. O terreno era do município e foi doado para a implantação da emissora a 40 anos atrás. Agora essa senhora falsifica documentos dizendo que o terreno é de seu neto e por causa disso o juiz manda fechar a rádio, que é legal, não pirata e nem popular. Pior: os dois oficiais de justiça que foram fechar a rádio foram acompanhados de jagunços pagos pelos meus adversários. Levaram todos os equipamentos em um carro e colocaram em depósito também pago pelos meus adversários”, disse ele.
Robert disse ainda que o desembargador Ribamar Oliveira cassou a liminar do juiz e ele se escondeu para não receber o documento. “Quando foi localizado disse que o que estava feito já estava feito. Os oficiais de justiça foram informados pelo diretor da rádio que a liminar tinha sido cassada, mas eles disseram que só obedeciam o juiz. Onde já se viu uma ordem de um superior não ser acatada por um subalterno.
Noutro ponto do pronunciamento ele criticou a intenção da presidente Dilma Roussseff de acabar com o status de ministério da Controladoria Geral da União reduzindo seu poder de investigar a corrupção. “Depois vai reduzir a Polícia Federal, a Justiça, deixando a corrupção correr frouxa, terminando de acabar com o Brasil”, disse.
O deputado criticou também a cobrança da taxa de segurança pela Secretaria de Segurança e disse que ela é ilegal porque não existe nenhuma segurança no Brasil. “Teresina é a sexta capital mais violenta do Brasil. Somente nas capitais a cada meia hora uma pessoa é assassinada. Quando se paga uma taxa se reecebe uma contrapartida, quer seja de energia, de água, de esgoto, onde tem esses serviços”, afirmou.
(DL
O deputado Robert Rios (PDT) disse hoje (30) que vai pedir uma audiência ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para denunciar o juiz da Comarca de Piracuruca que determinou liminarmente a apreensão dos equipamentos da Rádio 7 Cidades, naquele município, e mandou lacrar o prédio onde a emissora funcionava. Ele também vai denunciar ao corregedor geral de Justiça, desembargador Sebastião Martins, a dona do cartório local que teria forjado documentos transferindo o terreno da rádio para um neto seu.

“É a maior barbárie que eu já vi, uma arbitrariedade sem tamanho. O terreno era do município e foi doado para a implantação da emissora há 40 anos. Agora essa senhora falsifica documentos dizendo que o terreno é de seu neto e por causa disso o juiz manda fechar a rádio, que é legal, não pirata e nem popular. Pior: os dois oficiais de justiça que foram fechar a rádio foram acompanhados de jagunços pagos pelos meus adversários. Levaram todos os equipamentos em um carro e colocaram em depósito também pago pelos meus adversários”, disse ele.

Robert disse ainda que o desembargador Ribamar Oliveira cassou a liminar do juiz e ele se escondeu para não receber o documento. “Quando foi localizado disse que o que estava feito já estava feito. Os oficiais de justiça foram informados pelo diretor da rádio que a liminar tinha sido cassada, mas eles disseram que só obedeciam o juiz. Onde já se viu uma ordem de um superior não ser acatada por um subalterno.

Noutro ponto do pronunciamento ele criticou a intenção da presidente Dilma Roussseff de acabar com o status de ministério da Controladoria Geral da União reduzindo seu poder de investigar a corrupção. “Depois vai reduzir a Polícia Federal, a Justiça, deixando a corrupção correr frouxa, terminando de acabar com o Brasil”, disse.O deputado criticou também a cobrança da taxa de segurança pela Secretaria de Segurança e disse que ela é ilegal porque não existe nenhuma segurança no Brasil.

“Teresina é a sexta capital mais violenta do Brasil. Somente nas capitais a cada meia hora uma pessoa é assassinada. Quando se paga uma taxa se reecebe uma contrapartida, quer seja de energia, de água, de esgoto, onde tem esses serviços”, afirmou. (D.L) 

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